O armazém ao lado da estação
Construído pela Fazenda Santa Genebra por volta de 1910, o armazém passou de mão em mão e já foi venda, escola, salão de baile, cinema e cartório.
O armazém é anterior ao prédio da estação de 1926. Pela conta do blog, foi administrado e vendido por Plínio Aveniente, depois virou casa e armazém de Antônio Serafin, passou a Nassif Mokarzel, que vendeu a Salomão Mussi e ao genro dele, Guido Camargo Penteado Sobrinho.
Nesse caminho serviu de salão de baile, de cinema do Guido, de casa e cartório de Barão e de depósito. Parece ter abrigado por um tempo a escolinha de dona Alzira. Depois ficou anos abandonado. Hoje é tombado, e o autor diz não saber por qual motivo, já que a estação do lado não é.
Onde fica
Antigo armazém da Fazenda Santa Genebra, ao lado da estação (local aproximado: O blog diz que o armazém fica ao lado da estação e está tombado, sem dar endereço. A coordenada é a da Rua Nura Mussi de Camargo Penteado, nos fundos da qual está a estação.)
Fontes
Veja também
Geraldo de Rezende, o barão que deu nome ao lugar
Fazendeiro da Santa Genebra e um dos diretores da Estrada de Ferro Funilense. Morreu em 1907, antes de existir a vila que leva o título dele.
Fazenda Santa Genebra
Antes de se chamar Santa Genebra, era a Fazenda Morro Grande. Foi de cana, depois de café. Na mão de Geraldo de Rezende ganhou máquinas modernas e colonos europeus.
A Estação Barão Geraldo e o nome do bairro
Até 1908 o ponto de parada se chamava chave Santa Genebra. Com a reforma da Funilense ganhou o nome do barão, morto no ano anterior. O prédio que ainda existe é de 1926.
A pintura em que o barão provavelmente não está
Um quadro de Henrique Manzo rodou pelo WhatsApp como retrato da família do barão. Warney Smith acha que o homem de chapéu é outra pessoa.